Elízio's Piscinas


Queda Dágua

Fotos: Henrique Magro e divulgação (Queda Dágua)


Lar, doce lar

Imensidão azul

    De concreto, vinil ou de fibra, piscina é um daqueles sonhos de consumo que habita o imaginário de muita gente, independentemente da classe social. Não é para menos. Pleno verão, sol a pino, nada como o conforto e a satisfação de um mergulho em água fresca e cristalina no quintal de casa. Assim, construí-las de acordo com o tamanho do terreno e o fôlego do bolso passa a ser a melhor saída para abrandar o calor. Estações de Itaipava foi a campo para facilitar o trabalho de quem pretende, nessa estação, tornar o sonho realidade.
    De zero a dez na escala das piscinas, o petropolitano Elízio Cardoso receberia a nota máxima. Com 33 anos de experiência no ramo, é o queridinho de arquitetos como Carlos Parada, Vera Conde, Suzana Cepa e Cadas. Fez inúmeros projetos para Claudio Bernardes e Zanine. Entre seus clientes figuram atores e atrizes "globais", estrelas do show business e empresários que escolhem Petrópolis e arredores para construir seu lar, doce lar no campo. Em média, faz 24 piscinas de concreto por ano, e quem pretende recorrer a seus préstimos precisa entrar em uma fila de espera.
    Até porque construir piscinas não é tarefa simples. A evolução no design e os avanços tecnológicos deixaram para trás o padrão retangular e a utilização de metais pesados para a limpeza da água. Agora, assumem os mais variados formatos, são revestidas de pastilhas, ao invés de azulejos, enquanto timings cloram a água automaticamente. Bordas parcialmente molhadas, hidromassagem, sistema de iluminação decorativa com fibra ótica e queda d'água são outros mimos que deixariam de queixo caído o mais exigente e vaidoso imperador romano. Porém, tantos caprichos não saem barato. No caso da Elízio's Piscinas, o custo com mão de obra e material pode chegar a R$ 900 por m2. "O ideal é que a piscina tenha de 30 a 40 m2", aconselha Elízio. Já a despesa com manutenção varia de R$ 150 a R$ 170 mensais, sem contar os gastos com cloro e produtos químicos.
    A Queda Dágua, com loja em Petrópolis, Itaipava e na Barra da Tijuca, faz piscinas em concreto, vinil e fibra de vidro. Seu fundador, Gotardo Gomes Sampaio, ingressou no mercado aos 18 anos. Começou confeccionando cata-folhas, na pequena oficina montada em casa. Daí criou a primeira rede de proteção para piscinas feita com tela de mosquito, costurada por ele mesmo. As vendas prosperaram e, em seis meses, montou a Petralfer, em 1973, que logo depois virou Queda D'água. Hoje, além de piscinas iluminadas com fibra ótica e led's que alternam inúmeras variedades de cores, constrói ofurôs, cachoeiras e lagos artificiais. Entre outros cuidados, o tratamento da água, para ele, é importantíssimo. Dá as seguintes dicas, de acordo com o tipo de piscina:
Fibra e vinil: usar produtos que não contenham cloro, pois a durabilidade da pintura aumenta.
Azulejos: produtos clorados podem e devem ser utilizados, principalmente o cloro em pastilha, para prevenir a proliferação de insetos.

É importante também:
· utilizar produtos no prazo de validade;
· usar o produto certo, na quantidade ideal, para cada tipo de piscina;
· balancear a água, para evitar a corrosão dos equipamentos e bordas e irritações na pele, olhos e mucosas.

Elízio's Piscinas Estrada das Arcas, 3.270 - Itaipava Tel.: (24) 2222-2377 / (24) 9965-2037

Queda Dágua Rua Hermogênio e Silva, 250 - Retiro -Petrópolis Tel.: (24) 2243-2806 / 2243-5426

Estrada União E Industria, 11351 - Itaipava Tel.:: (24) 2222-1398 / 2222-4488


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