Os conjuntos podem seguir em grupos pelos anéis, mas a vitória é daquele que cravar o menor tempo com o cavalo em perfeitas condições físicas
Foto: Breno Bonvinni

Cavaleiros de diferentes gerações, muitas vezes de uma mesma família, competem juntos nas trilhas
Foto: Cidinha Franzão

As provas de enduro são realizadas em trilhas naturais e a região serrana do Rio de Janeiro é o cenário perfeito para as competições
Foto: Breno Bonvinni

Um esporte democrático: o jovem cavaleiro Renan Amaral mostra que crianças de qualquer idade,com cavalos dasmais diferentes raças, podem praticar o enduro
Foto: Cidinha Franzão

Os anéis recebem sinalização com fitilhos coloridos para a orientação dos conjuntos nas trilhas
Foto: Cidinha Franzão

Em 2009, na competição realizada no Haras Lorien, o conjunto Amanda Vieira e FormDuffy conquistou o título de campeão estadual na categoria “youngrider - velocidade livre 60 Km”

O Haras Lorien possui um completo centro de treinamento para a prática do enduro

As baias acomodam o plantel do haras e os animais da equipe Lorien

O Cavalo Árabe é o mais utilizado no esporte por reunir características como resistência e anatomia favoráveis

Para estar sempre em boa forma, os animais recebem tratamento realizado por profissionais especializados
Foto: Breno Bonvinni

A atleta Mariana Amaral Neves é quem representa a equipe Lorien nas provas internacionais

A medição dos batimentos cardíacos do cavalo nas provas é obrigatória e o resultado do exame, realizado a cada anel, é decisivo para que o conjunto continue na competição

Após 14 Km, na metade do treino, Mariana resfria Lisboa Endurance para que a égua prossiga com conforto e boas condições físicas até o final do percurso

Antes de selar FormDuffy para a aula, a instrutora de equitação Amanda Barroso Vieira escova animal

A instrutora ressalta que o manejo necessário ao bem estar do animal deve ser realizado pelo próprio atleta, como forma de aumentar a confiança mútua

João Guilherme Whitaker, iniciante no esporte, treina com Amanda os fundamentos da equitação clássica

A instrutora e experiente endurista conduz sua montaria com perfeição, mesmo sem o auxílio de arreios e sem segurar as rédeas

No alto: depois da aula, sombra e água fresca para FormDuffy

No campeonato brasileiro de 2013, realizado em Caetanópolis (MG), Ivonn Argimon, no alto do pódio (de óculos escuros), representa a equipeLorien
Foto: Divulgação

Fotos: Henrique Magro


Capa

Enduro Equestre

Total interação entre cavaleiro, cavalo e natureza faz deste um esporte único, que a cada dia arregimenta um número maior de adeptos

     Passar um dia inteiro em cima da montaria, desbravando trilhas desconhecidas e vencendo obstáculos naturais para cumprir etapas pré-estabelecidas, com a obrigatoriedade de finalizar cada uma delas sem que o animal apresente sintomas de desgaste físico, pode parecer uma atividade para poucos. Mas o que se tem visto nos últimos anos é um aumento considerável de atletas dedicados ao esporte e ainda uma ampliação significativa da criação e treinamento de cavalos para este fim.
     De acordo com dados divulgados em 2012 pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), o enduro é o esporte equestre que mais cresce no mundo, com presença em 61 países e mais de 40 mil atletas em atividade, participando de competições oficiais. Embora ainda não figure entre os esportes olímpicos, foi regulamentada em 1982 pela Federação Equestre Internacional (FEI), que passou a reconhecê-lo como modalidade equestre oficial. Em 1999, a entidade registrou 63 competições; em 2009, o número de provas chegou a 708.
     No Brasil não é diferente. A primeira prova realizada aqui – em outubro de 1989, em Tremembé, no interior de São Paulo – reuniu 25 conjuntos; cinco anos depois, em Campinas, também no interior paulista, um campeonato disputado por 522 conjuntos entrava para o Livro Guiness dos Recordes como a maior competição equestre de uma mesma modalidade. Segundo dados divulgados pela CBH, em 2009 já existiam mais de mil atletas brasileiros confederados e um número ainda maior deles cadastrados pelas federações estaduais.
     “Em 2013 tivemos, em variadas categorias, mais de 1.470 conjuntos participantes nas 18 provas realizadas pelo Instituto Enduro Brasil (IEB) nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Além dos estados onde o instituto mantém parcerias com as respectivas federações, a Federação Hípica de Brasília (FHBr) realizou mais seis provas, que atingiram um número de 480 conjuntos participantes. Tivemos um total de 24 provas pelo Brasil inteiro, número que será repetido este ano. A expectativa para 2014 é de que iremos passar dos 2.500 conjuntos. Hoje o estado de SP vem liderando com o maior numero de conjuntos, com uma média de 142 por prova, seguido pelo Paraná, com média de 75”, informa Silvio Arroyo, diretor do IEB – entidade que congrega praticantes do esporte e organiza competições no país.
     O Brasil integra o rol das melhores equipes do mundo, com classificações importantes nos torneios mundiais, a exemplo das medalhas de bronze conquistadas em Bahrein, em 2005, e na Argentina, em 2007. Em nível mundial, as duas maiores potências são a França, pela inquestionável experiência de seus cavaleiros e por sua criação e seleção de cavalos, e os Emirados Árabes Unidos, por seus investimentos astronômicos em animais e treinamento. Também o Uruguai merece destaque, especialmente pelos cruzamentos que realiza entre as raças Árabe e Crioulo, que resultam em cavalos com características desejáveis para o esporte.
     Os estados brasileiros que mais se destacam no enduro são Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Entre as cidades fluminenses, é Petrópolis, com sua inequívoca vocação para os esportes equestres – aqui estão reunidos alguns dos mais importantes centros hípicos do país dedicados às mais variadas modalidades, haras de diferentes portes para a criação de raças distintas e, sobretudo, um grande número de pessoas apaixonadas por cavalos – que se sobressai no universo endurista.
     Se uma grande fatia de todo o território nacional já apresenta aptidão natural para a prática do enduro, a topografia, o clima e própria história da Cidade Imperial – originada de grandes fazendas geradas pela divisão das sesmarias concedidas pelo império a aristocratas e com forte cultura equina desde sua fundação – transformam-na no paraíso para esta modalidade esportiva.
     Não por acaso, aqui se encontram importantes centros de treinamento de atletas e de criação de cavalos considerados ideais para enfrentar as trilhas. Para conhecer melhor este universo, a equipe da Estações de Itaipava visitou um deles – o Haras Lorien, que há 13 anos iniciou, em Itaipava, a criação do Cavalo Árabe e em 2005 inaugurou um completo centro de treinamento na divisa entre os municípios de Petrópolis e São José do Vale do Rio Preto. Ali, mantém uma equipe para a disputa de campeonatos nacionais e internacionais e trilhas que já sediaram diversas provas importantes.

UM ESPORTE FAMILIAR
     Existem algumas variações nas competições em aspectos concernentes a tempo, distâncias e outros elementos, mas, como regra geral, o que se vê nos eventos é o grande envolvimento de familiares e amigos na formação das equipes que oferecem apoio técnico aos conjuntos. Também não é incomum a participação de membros de uma mesma família nas provas, que se distinguem pelas distâncias percorridas e pela faixa etária dos atletas.
     O termo de origem inglesa endurance (resistência, em português) já fornece pistas sobre o que se espera dos conjuntos nas trilhas. “Estamos falando de dois seres vivos que tem de estar completamente integrados para completar juntos um percurso que pode chegar a 160 Km. Ao contrário dos enduros realizados com motocicletas, em que o piloto recebe todos os louros pela vitória, aqui o mais importante é que o cavalo seja conduzido de tal forma que, a cada etapa cumprida, e isso vale também para a última, esteja em perfeitas condições de iniciar a próxima, sob o risco de eliminação da prova”, explica a proprietária do Lorien, Ivonn Argimon, uruguaia radicada há 30 anos no Brasil.
     As provas de enduro se dividem em diferentes categorias, em que tanto o cavalo quanto o cavaleiro deverão galgar as etapas necessárias para que continuem participando de maiores distâncias e dificuldades de percurso. Para aqueles que desejam se iniciar no esporte, as provas de Velocidade Controlada, também chamadas de fomento, costumam ter entre 20 e 40 km, que devem ser percorridos em um tempo determinado pela organização da prova. Vence aquele que cravar esse tempo e seu cavalo estiver com o menor batimento cardíaco - esta avaliação é tão importante que quando negativa pode até mesmo desclassificar o conjunto que concluiu a prova no menor tempo. Esta categoria permite que amantes de cavalgadas e proprietários de todas as raças possam participar e se iniciar no esporte com prazer e segurança.
     Na Velocidade Livre, principal modalidade adotada em Campeonatos Mundiais, o conjunto deve percorrer uma distância pré-determinada com o cavalo em boas condições físicas – o que será verificado a cada intervalo entre etapas (ou anéis como são tecnicamente intituladas) em pontos denominados vet-checks.
     “Estas etapas não somam pontos. Quem chega em primeiro na última etapa, com o cavalo fisicamente apto a continuar, é o ganhador da prova. Caso contrário, vencerá aquele que, além de conseguir um bom tempo, apresentar o seu animal em perfeitas condições”, descreve Ivonn.
     A maioria das provas de velocidade livre é composta por trilhas com distâncias entre 80kms e 160kms, embora existam provas mais curtas (normalmente de 60kms) e mais longas, que se dividem em dois ou mais dias. As categorias que disputam essas provas são três: mirim (até 14 anos), youngrider (de 14 a 21 anos) e sênior (acima de 21 anos). Os 160Km para seniores e os 120kms para youngriders são consideradas as provas de elite do esporte.

SUA MAJESTADE, O CAVALO
     Os vet-checks são fundamentais nas provas não só quando se trata de premiar ou desclassificar conjuntos. É através deles que se pode garantir a integridade física dos animais durante as competições. Em todas as modalidades de enduro existem pontos onde os animais são avaliados por equipes veterinárias. As verificações são realizadas no início, durante e no final da prova e podem ter duração de 30 a 60 minutos, dependendo da competição.
     Na chegada de cada anel, e antes de ser avaliado no vet-check, o cavalo é resfriado, hidratado e alimentado, além de descansar por um período. As avaliações incluem a observação do sistema locomotor, o animal não pode estar mancando; a frequência cardíaca, que deve ser de no máximo 64 batimentos por minuto; e ainda seu grau de desidratação e sua motilidade intestinal. O conjunto só parte para o próximo anel se todos os itens da avaliação forem satisfatórios.
     A Federação Equestre Internacional (FEI) preconiza ainda uma série de procedimentos padrão que devem ser levados em consideração também fora das competições. A entidade exige que todos os envolvidos no esporte equestre internacional adiram ao seu código de conduta, além de reconhecer e aceitar que, em todas as circunstâncias, o bem estar do cavalo deverá ser a principal preocupação e nunca deverá ser preterido em prol de questões competitivas ou comerciais.
     O código, adotado pela CBH e seguido por enduristas, relaciona uma série de pontos a serem observados.De forma resumida, dizem respeito a: bem estar geral (manejo adequado, métodos de treinamento, ferrageamento e transporte), estado geral (aptidão para competir, doping e medicação, procedimentos cirúrgicos, éguas prenhes ou recém-paridas e estímulos indevidos por acessórios), eventos (áreas de competições, pisos, condições meteorológicas e estabulagem), tratamento (assistência veterinária, remoção para centros de referência, atenção a lesões, abreviação do sofrimento por eutanásia e aposentadoria).

NAS ASAS DO VENTO Diz a lenda que, observando o vento no deserto, Alá o materializou em forma de cavalo. Crenças e mitos à parte, nenhum outro poderia simbolizar tão bem este elemento quanto o Cavalo Árabe, com sua rapidez, força, resistência, elegância e anatomia peculiares. São essas características que, basicamente, tornam a raça ideal para a prática do enduro. O árabe é o cavalo mais antigo e formador de todas as raças de “sangue quente” (aquelas criadas para utilização em corridas e outros esportes, em contraposição aos de sangue frio, utilizados para tração e trabalhos pesados em geral) que conhecemos hoje, incluindo o Puro Sangue Inglês (PSI), Mangalarga, Campolina, Crioulo e outras.
     “É de uma resistência extraordinária e sua perda de água não é tão significativa quanto a de outras raças; sua anatomia, com músculos mais repuxados e sistema de irrigação sanguínea único o favorecem nas provas. Em situações de esforço, suas veias se tornam visíveis e em contato com o ar resfriam rapidamente a circulação sanguínea, o que lhe traz mais conforto para enfrentar as trilhas”, esclarece a proprietária do Haras Lorien.
     O árabe é indiscutivelmente o cavalo mais utilizado no enduro, mas muitos criadores vêm realizando cruzamentos com outras raças como o PSI e o Crioulo. “O Anglo-árabe traz do PSI a altura, a estrutura e a agilidade desejadas e o Crioulo é outro exemplo de raça que se usa em cruzamentos, especialmente no Uruguai; mas todos que conseguem bons resultados têm, certamente, uma carga muito forte de sangue árabe”.

DUO AFINADO
     Cavaleiros e amazonas também devem obedecer a normas concernentes à segurança. Nas competições é obrigatório o uso de capacetes, vestimenta adequada e calçados como tênis ou botinas com salto baixo, do tipo usado por montanhistas, para oferecer maior conforto – já que muitas vezes nas trilhas é necessário que o atleta desmonte e conduza o animal puxado por subidas ou descidas íngremes, com o objetivo de poupar suas articulações – e ainda para conferir maior firmeza dos pés no estribo. É proibido o uso de chicotes, rédeas abertas, esporas ou qualquer objeto de castigo.
     “O estribo que usamos é do tipo gaiola, com proteção na parte anterior para evitar que o pé escorregue para frente e fique preso em caso de queda do cavaleiro”, comenta Amanda Barroso Vieira, endurista integrante da equipe Lorien e instrutora de equitação do haras. Ela ressalta que a equitação correta é outro ponto fundamental para a segurança não só do cavaleiro, mas também do cavalo e ainda fator de grande influência no desempenho do conjunto.
     “As técnicas são essenciais para que o cavaleiro consiga levar seu animal de forma segura e cômoda ao longo do percurso e o conjunto atinja assim um bom resultado. Esta modalidade de esporte equestre se utiliza muito dos fundamentos do adestramento clássico – como o trote elevado, o galope sentado ou em pé e a troca de mão durante o galope, que são movimentos favoráveis nas trilhas – como forma de se ganhar tempo e otimizar a movimentação do cavalo. Além disso, quando bem realizados, os fundamentos contribuem para garantir a integridade física do conjunto.”
     Também a convivência íntima e constante dos dois fora das trilhas é indispensável, uma vez que comandos emitidos pela voz do cavaleiro são muito importantes nos anéis, que contam com sinalizações não perceptíveis pelos animais. “Aqui no Lorien procuramos incentivar o cavaleiro a lidar com seu próprio cavalo em todos os momentos. O ideal é que ele, por exemplo, sele e limpe o seu animal e não deixe essas tarefas para o peão. A hora do banho, um momento bastante prazeroso para o cavalo, é muito importante para o fortalecimento dos laços e uma das oportunidades de se criar a confiança mútua tão imprescindível nas trilhas”, observa a instrutora.
     Apesar da pouca idade, a jovem de 22 anos tem conhecimento de causa. Na 23ª edição do campeonato brasileiro, realizada em 2013 em Caetanópolis (MG), classificou-se em terceiro lugar na prova de Velocidade Livre Curta Distância 60 km, categoria adulto, montando Vittorino Rach. Outra jovem integrante da equipe é Mariana Amaral Neves – que na mesma competição garantiu a segunda colocação na categoria youngriders, montando a égua Florinda UB.
     Experiente em disputas internacionais, é Mariana, de 20 anos, quem representa a equipe Lorien nesses torneios. Os resultados obtidos pela amazona impressionam: em 2007, sagrou-se vice-campeã do Estado do Rio de Janeiro na categoria Regularidade 40 km, com Carmen K; no ano seguinte, em sua primeira prova de 120 km, conquistou sua primeira posição de destaque ao terminar em quarto lugar na Copa das Nações,realizada em Mogi das Cruzes (SP), com Jaykka JM.
     Fora do país, já competiu na França (Pau e Compiègne), na África do Sul e no Chile. Em 2009, integrou a equipe brasileira de jovens cavaleiros no Campeonato Pan-americano do Uruguai (montando Jaykka JM); em 2011, representou o Brasil no Campeonato Mundial de Jovens Cavaleiros em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, montando Thouareg. Na primeira prova internacional da temporada brasileira de 2013, organizada em Brasília, ficou em primeiro lugar, percorrendo 120 km e marcando uma média de 28,35 km/h no último anel, com a égua Lisboa Endurance.
     Em fevereiro de 2014, mais um feito inédito: o convite para participar, em Abu Dhabi, do exclusivíssimo torneio PresidentsCup – a prova mais importante do mundo, apenas para atletas convidados, oriundos de vários países. Na trilha, em pleno deserto, um percalço comum: sua montaria começou a mancar ao completar 98 Km. Uma pena, mas de acordo com a proprietária do Haras Lorien, “o que importa é que pela experiência e prestígio adquiridos, Mariana foi convidada a montar cavalos de propriedade de um dos maiores studs (conjunto de cavalos pertencentes a uma pessoa ou a um grupo) dos Emirados”. Não é para qualquer um.

MULHERES NA LIDERANÇA
     Integrante da equipe da amazona, o veterinário e treinador Paulo Zandavalli é só elogios para a pupila. “Ela é muito respeitada no mundo equestre e monta muito bem, além de ser extremamente dedicada, organizada e sensível – elementos essenciais para enduristas.” Ele acrescenta que uma das peculiaridades do enduro é a supremacia das mulheres no esporte, em que as competições se realizam em igualdade de condições entre os sexos, e atribui o fenômeno justamente às qualidades que percebe em Mariana.
     Sobre o desenvolvimento do enduro no Brasil, a despeito do crescimento que vem sendo registrado nos últimos anos, o veterinário considera que o potencial para evoluir ainda mais é grande. “Além das condições ideais em termos de trilhas e clima, temos em nosso país seguramente, a segunda melhor criação de cavalos árabes do mundo. Mas, por ser um esporte em que a emoção não é vista a cada etapa, apenas na largada e na chegada, o apelo não é tão forte. Se tivermos uma melhor divulgação, com demonstrações mais frequentes para o público, a tendência é que cresça ainda mais. Este é o único esporte que envolve toda a família, o que faz da competição um evento especial, e este apoio tem influência direta nos resultados.”
     A temporada de provas vai de março a dezembro e as etapas cariocas de 2014 já começaram, com a realização da primeira em Três Rios, no dia 29 de março. As próximas acontecerão em Resende (25/05), Petrópolis, em um circuito que engloba Posse, Brejal e Areal (28/06), e Vassouras (20/09). No dia 6 de dezembro, o Campeonato Brasileiro, em Brasília, encerra o calendário.
     Para os que querem aproveitar a chance de conhecer melhor os esportes equestres e o apaixonante universo dos cavalos, as provas de enduro são excelentes oportunidades. Os Jogos Olímpicos de 2016 estão se aproximando e Petrópolis – com sua já notável estrutura para abrigar equinos (até lá se espera um desenvolvimento ainda maior) – será um dos mais importantes centros de hospedagem para animais vindos de todas as partes do mundo.


Fontes:
Haras Lorien: Tel/Fax: (24)2222.0895 / (24) 9964.6369
www.haraslorien.com.br
haraslorien@terra.com.br
Instituto Enduro Brasil (IEB):
www.institutoendurobrasil.org
Confederação Brasileira de Hipismo (CBH):
www.cbh.org.br
Federação Equestre Internacional (FEI):
www.fei.org

Voltar Próxima matéria


Estações de Itaipava © Todos os direitos reservados