De forma individual ou para pequenos grupos, Rodrigo d’Avila ministra aulas de canto e teoria musical
Fotos: Henrique Magro

A Escola de Música de Itaipava oferece também aulas de violão e de outros instrumentos
Foto: Henrique Magro

Que tal aprender com um dos mais conceituados músicos de Petrópolis? O baterista Rodney Morelli é sócio e também professor da escola
Foto: Henrique Magro



Além de multinstrumentista, Rodrigo é compositor e regente; sob sua batuta, o Coral das Princesas de Petrópolis e Orquestra executam a abertura de “Glória”, de Vivaldi, em concerto realizado no Theatro D. Pedro
Fotos: Bruno Eiras

Baixo

Cello

Piano

Cravo

Harpa

Flauta Transversal

Oboé

Trompete

Saxofone

Bombardino

Marimba

Tuba

Timpano




Capa

Música: o idioma dos sentimentos



     Comumente definida como “uma combinação de ritmo, harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido” ou, no sentido amplo, como “organização temporal de sons e silêncios”, a música pode ser também conceituada como a linguagem mais clara para a expressão dos sentimentos humanos. Não é à toa que ocupa a primeira posição no Manifesto das sete artes, proposto pelo pensador italiano Ricciotto Canuto em 1912 e que atualmente engloba, com algumas variações, 11 categorias: música, artes cênicas, pintura, arquitetura, escultura, literatura, cinema, fotografia, desenho, arte digital e culinária.
     Presente no cotidiano dos indivíduos nas mais diversas formas – para entretenimento, celebrações, manifestações religiosas e outras práticas – a música é a forma de arte com maior capacidade de agir positivamente no organismo humano. Com atuação em diferentes áreas do cérebro, os sons harmoniosos podem ativar conexões, aliviar o estresse, aumentar a concentração e até reduzir dores. A ação direta na região do cérebro responsável pelas emoções cria motivação e afetividade, além de aumentar a produção de endorfina, substância naturalmente produzida pelo organismo e que gera sensação de prazer. Os estudos científicos acerca das benesses da música são numerosos e já comprovaram sua eficácia para melhorias na qualidade do sono, produtividade no trabalho, capacidade de aprendizagem e muito mais.
     Quando usada como forma de tratamento pode, além de garantir uma vida mais saudável, ser um veículo de cura. A musicoterapia – utilização da música em contextos clínico, educacional e social – objetiva desenvolver potenciais ou restaurar funções de indivíduos para que alcancem maior nível de qualidade de vida, por meio da prevenção, reabilitação ou tratamento de doen­ças. Os elementos ritmo, melodia e harmonia facilitam e promovem a capacidade de comunicação, relacionamento, aprendizagem, mobilização, expressão e organização, além de outras habilidades. Com base em evidências científicas, a prática atende ainda às necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas dos que se submetem à terapia.
     Internacionalmente reconhecida como uma atividade clínica e regulamentada no âmbito das profissões da saúde, a técnica tem sido cada vez mais praticada em escolas, hospitais, e por instituições voltadas para idosos e pessoas com necessidades especiais. Em 2017, o Ministério da Saúde incluiu a musicoterapia na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PICs) do Sistema Único de Saúde (SUS). Com isso, o atendimento passou a ser oferecido também pela rede pública de saúde. Nos tratamentos são utilizadas músicas com letra ou somente na forma instrumental, além de violão, flauta e ainda instrumentos de percussão. O objetivo não é aprender a cantar ou tocar, mas saber reconhecer os sons de cada um e ter a possibilidade de expressar as emoções através destes sons.


Escola de Música de Itaipava
     Se o intuito for não a busca por efeitos terapêuticos, mas o aprendizado de canto ou instrumentos para realização pessoal ou mesmo profissionalização, o ideal é que a prática se inicie cedo. Mas, a boa notícia é que nunca é tarde demais para começar e, melhor ainda: no final de 2017, foi inaugurada aqui a Escola de Música de Itaipava, em uma parceria do maestro, cantor, compositor e multinstrumentista Rodrigo d’Avila com o baterista Rodney Morelli.
     A inauguração da escola aconteceu a partir de pedidos de pais dos alunos do Colégio Bom Jesus. “Em meados de 2016, fui convidado pela diretora do colégio para dar aulas lá e a iniciativa deu tão certo, que os pais ficaram empolgados com a possibilidade de ampliar o interesse das crianças pela música, com o aprendizado de instrumentos. No início, o projeto incluía apenas o aluguel de uma sala para receber os alunos do colégio, mas a procura foi aumentando e hoje temos também adultos matriculados”, conta Rodrigo.
     Não apenas o número de alunos aumentou, como também outros profissionais foram convidados a atuar na escola. Atualmente, são oferecidas ali aulas de canto, flauta, violão e guitarra, ministradas por Rodrigo; bateria, por Rodney; piano, por Wally Borghoff; violino, por Frida Maurini; e violoncelo e sanfona, por Guilherme Maravilhas.
     Para quem considera que já passou da idade ou não leva jeito para a coisa, as notícias também são animadoras. De acordo com Rodrigo, embora na infância o aprendizado se dê de forma mais fácil e existam aqueles com maior aptidão para o canto ou para os instrumentos, todos são capazes de aprender e aprimorar essas práticas em qualquer fase da vida. “Com exceção dos indivíduos que sofrem de surdez tonal (incapacidade de distinguir as notas musicais), que são pouquíssimos, todos podem, com maior ou menor grau de dificuldade e tem­po de dedicação, aprender a cantar e tocar qual­quer tipo de instrumento.”


Efeitos musicais
     Um recente estudo japonês descobriu que músicas lúgubres podem evocar boas emoções e, principalmente, saudade. Segundo dados levantados pela análise, experimentar a tristeza através da arte é, na verdade, uma sensação agradável. Outro experimento, realizado em 2011 na Universidade de Groningen, na Holanda, revelou que ouvir canções tristes ou alegres pode não só alterar suas emoções como mudar sua percepção do que outras pessoas estariam sentindo. Saudade foi o principal sentimento a­pon­tado pelos objetos de estudo.
     Ao testar os efeitos da música no comportamento das pessoas, especialmente em suas condutas sociais positivas, pesquisadores da Universidade de Sussex, no Reino Unido, descobriram que ouvir músicas com letras socialmente positivas aumenta a disposição dos ouvintes de ajudar o próximo. Também no Reino Unido, na Universidade de Keele, as pesquisadoras Rebecca Webb e Alexandra Lamont concluíram que elegemos uma música como favorita por conta de eventos de intenso envolvimento emocional. Os resultados de seus exames revelaram que a escolha está ligada às motivações pessoais dos ouvintes e às suas histórias relacionadas com as canções.


Música e personalidade
     Desenvolvido na Universidade do Texas, em Austin (EUA), outra investigação foi ainda mais longe e, por meio de comparações e estudos aprofundados, os pesquisadores Peter Rentfrow e Samuel Gosling comprovaram cientificamente algo que já se imaginava há anos: a música favorita das pessoas, assim como seu estilo musical predileto, revela muito sobre os traços mais marcantes de suas personalidades. Para chegar às conclusões, os pesquisadores dividiram algumas categorias de músicas em quatro grupos distintos. Com a participação de voluntários, descobriram e listaram os traços de personalidade mais comuns observados entre os apreciadores de cada categoria.
     As pessoas que elegeram o primeiro grupo – jazz, blues, folk e música clássica – demonstravam grande capacidade de argumentação e estabilidade emocional, além de reunir como características marcantes a tolerância, um alto grau de inteligência e mente aberta às novas ideias. As que optaram pelo segundo – country, pop e trilhas sonoras – se apresentavam como conservadoras e pouco abertas à novidades, embora extrovertidas e agradáveis, com baixa estabilidade emocional e pouca habilidade para lidar com palavras.
     As apreciadoras do terceiro – rock, heavy metal e indie rock – distinguiram-se por traços de rebeldia e baixa autoestima; mas também como pessoas extrovertidas, atléticas (em sua ma­­ioria), inteligentes e dominantes. Aquelas que se declararam fãs do quarto grupo – hip-hop, soul, funk e música eletrônica – possuíam características de indivíduos enérgicos, extrovertidos, politicamente liberais, atraentes e com facilidade para perdoar.


Música na aprendizagem
     Reconhecida por muitos pesquisadores como promotora do desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico, a música tem papel fundamental no desempenho escolar de crianças e jovens. Ainda na antiguidade já se percebia sua importância no processo de aprendizagem e alguns dos maiores filósofos da humanidade identificavam este potencial. A Platão se atribui a frase: “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.
     De acordo com estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação a indivíduos que não desenvolvem trabalho com música. Dados da mesma pesquisa apontam que aqueles que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.
     O aumento da capacidade de raciocínio provocado pela música é denominado “Efeito Mozart” e foi verificado pelo físico Gordon Shaw e pelo especialista em desenvolvimento cognitivo Frances Rauscher em um estudo com estudantes de psicologia da Universidade da Califórnia (EUA). Realizado em 1993, o estudo consistia na divisão do grupo de estudantes em três turmas: um deles ouviu Mozart, outro ouviu uma fita de relaxamento e outro apenas permaneceu em silêncio. Depois disso, os alunos foram submetidos ao subteste de habilidades espaciais do teste de inteligência Stanford-Binet.
     O resultado apontou para uma melhora nas habilidades espaciais naqueles que foram submetidos à composição de Mozart - o que acabou por difundir a ideia de que, ao ouvir passivamente esse compositor, as pessoas ficariam mais inteligentes. Depois disso, contudo, novas pesquisas tentaram recriar os resultados da primeira, mas as respostas obtidas foram diferentes. Estudantes que passaram pelo mesmo experimento, mas, ao invés de Mozart ouviram Albinone, Philip Glass, Schubert, ou ainda a narração de uma história, apresentaram uma melhoria similar nos resultados dos testes.


História da música
     Desde que os seres humanos começaram a se organizar em tribos primitivas pela África, a música já fazia parte do cotidiano das pessoas. A estimativa é que tenha surgido há 50.000 anos e que suas primeiras manifestações tenham sido representadas pela comunicação entre essas tribos através de tambores e mesmo como parte de rituais. Diferentes fontes arqueológicas, em pinturas, gravuras e esculturas, apresentam imagens de músicos, instrumentos e dançarinos em ação, embora a forma como esses instrumentos musicais eram produzidos não seja conhecida.
     Das grandes civilizações do mundo antigo restaram vestígios da existência de instrumentos musicais em diferentes documentos. Os sumérios, que tiveram o auge de sua cultura na bacia mesopotâmica há milhares de anos antes de Cristo, utilizavam em sua liturgia hinos e cantos e influenciaram outras culturas, como a babilônica e judaica, que mais tarde se instalaram naquela região. A cultura egípcia, por volta de 4.000 anos a.C., alcançou um nível elevado de expressão musical; em cerimônias religiosas, cantavam, utilizavam harpas, instrumentos de percussão e diferentes tipos de flautas. Os sacerdotes treinavam os coros para os rituais sagrados nos grandes templos e também nas práticas militares havia utilização de trompetes e tambores. Na Ásia, por volta de 3.000 a.C., a música tinha grande representatividade nas culturas chinesa e indiana. Na China acreditava-se em seu poder mágico como um espelho fiel da ordem universal e o instrumento mais utilizado era a cítara. Já na Índia, a música era considerada extremamente vital.
     Foi na Antiguidade Clássica, século V a.C. que a teoria musical começou a ser elaborada. As peças musicais que ainda existem deste período são poucas e a maioria delas é de origem grega. Na Grécia, onde também nasceu o teatro, a representação musical era feita com letras do alfabeto, formando “tetracordes” (quatro sons) com essas letras. Foram os filósofos gregos os responsáveis por criar a teoria mais elaborada para a linguagem musical na antiguidade. Pitágoras acreditava que a música e a matemática formavam a chave para os segredos do mundo e que o universo cantava. Os romanos, como afirmam estudiosos, se apropriaram da maioria das teorias e técnicas artísticas gregas e no âmbito musical não foi diferente; mas entre as heranças deixadas por essa civilização estão o “trompete reto” e ainda o “hydraulis”, primeiro órgão de que se tem notícia e cujos tubos eram pressionado pela água.
     Por volta do século V, a igreja católica começava a dominar a Europa e durante a Idade Média ditou as regras culturais, sociais e políticas de todo o continente. Consequentemente, interferiu profundamente na produção musical da época e a música “monofônica” (com uma única linha melódica), sacra ou profana, era dominante. No século XIV, no período renascentista, os artistas pretendiam composições mais universais e buscavam se distanciar das práticas da igreja. A sonoridade polifônica, com sua possibilidade de variação melódica, foi uma das características do Renascimento.
     A música barroca, de conteúdo dramático e muito elaborado, surgiu no século XVII e teve grande representatividade até o fim do século XVIII. Neste período surgia a ópera: na França os principais compositores eram Lully, que trabalhava para Luis XIV, e Rameau; na Itália, o compositor Antonio Vivaldi chega ao auge com suas obras barrocas; na Inglaterra, “Haëndel” compõe vários gêneros de música, se dedicando ainda aos “oratórios”; na Alemanha, Johann Sebastian Bach torna-se o maior representante da música barroca.
     Posterior ao Barroco, a música clássica, cujo termo deriva do latim classicus (cidadão da mais alta classe), é marcada pelas composições de Haydn, Mozart e Beethoven. Neste momento, aparecem novidades como a orquestra, que toma forma e começa a ser valorizada. Pela primeira vez na história, as composições para instrumentos passam a ser mais importantes que as compostas para canto. A sonata, do verbo sonare (soar), é uma obra em diversos movimentos para um ou dois instrumentos; a sinfonia (soar em conjunto), uma espécie de sonata para orquestra. Haydn e Mozart aperfeiçoaram e enriqueceram a sinfonia clássica. Outra forma de composição surgida no período clássico, o concerto apresenta uma espécie de embate entre o solo instrumental e a orquestra.
     Enquanto os clássicos buscavam um equilíbrio entre a estrutura formal e a expressividade, os compositores do Romantismo, corrente que despontou em seguida, objetivavam maior liberdade da estrutura da forma e de concepção musical, valorizando a intensidade e o vigor da emoção. Beethoven, Chopin, Schumann, Wagner, Verdi, Tchaikovsky, R. Strauss, entre outros, foram grandes expoentes do movimento, que rendeu novos frutos como o Nacionalismo, estilo usado para expressar de diversas maneiras os sentimentos dos povos, com o estudo da cultura popular e aproveitamento da música folclórica nas composições. A valsa vienense de Johann Strauss é um típico exemplo da música nacionalista.
     Marcado por uma série de novas tendências e técnicas, o século XX apresentou algumas tendências e técnicas importantes, especialmente com o nascimento e a difusão de gêneros populares como jazz, blues, rock, soul, reggae e tantos outros. Mas mudanças significativas ocorreram também na música erudita. Muitos compositores continuaram a trabalhar em formas derivadas do século XIX, entretanto, a música mo­derna tornou-se cada vez mais proeminente e relevante; entre os primeiros modernistas estão Bartók, Stravinsky e Ives. Compositores co­mo Milhaud e Gershwin combinaram a música erudita como o jazz. Alguns foram capazes de trabalhar em ambos os gêneros, como George Gershwin e Leonard Bernstein.


A música mais cantada
     Todos conhecem o Parabéns a você, canção entoada em todas as partes do mundo, em diversos idiomas, para celebrar aniversários. Mas a origem e algumas curiosidades a seu respeito não são tão difundidas assim. A composição original é das irmãs americanas Mildred Jane Hill e Patty Smith Hill, naturais da cidade de Louis­ville, no estado de Kentucky, leste dos Estados Unidos. A mais velha, Mildred (1859-1916), era compositora e professora de música; Patty (1868-1946) era enfermeira e professora do principal jardim de infância de Louisville e uma das maiores autoridades em educação infantil da região.
     Quando os educadores começaram a usar canções no ensino das crianças, entre o final do século XIX e o início do século XX, as irmãs resolveram unir seus talentos para criar músicas infantis, em que utilizavam melodias próprias ou de canções da época. Uma das composições da dupla foi Good Morning to All (Bom dia a Todos), que Patty cantava para as crianças quando chegavam à escola. Em 1893, já era um hit nas escolas de Louisville e nas cidades próximas e as irmãs a registraram. Mas apenas três anos depois, Good Morning to All foi publicada pela editora Clayton F. Summy Co, na coleção Song Stories for the Kindergarten (Canções para o Jardim de Infância).
     No começo do século XX a melodia apareceu em outros livros, que substituíram o trecho “Good Morning to All” por “Happy Birthday to You”. Naquela época, as festas de aniversário com crianças popularizaram-se nos Estados Unidos, o que motivou alguns compositores a criarem canções para desejar os parabéns. Em 1924, Robert H. Coleman publicou um livro de canções que continha Happy Birthday to You, mas sem creditar a canção às irmãs Hill. Pouco tempo depois, a música já aparecia em filmes, musicais da Broad­way e telegramas cantados.
     Com o aumento da popularidade, sua autoria começou a ser discutida; alguns a julgavam como de domínio público, mas, em 1933, a irmã mais nova de Mildred e Patty, Jessica Hill, entrou com uma ação pelos direitos autorais. Ela conseguiu provar a ligação da música com Good Morning to All e compartilhou os direitos com a editora que publicou a canção pela primeira vez. Até 2015, a versão em inglês rendia US$2 milhões ao ano em royalties, que eram divididos entre a gravadora Warner/Chappell Music e a Fundação Hill, instituição filantrópica criada pelos parentes mais próximos das compositoras para receber o dinheiro dos direitos autorais. Em fevereiro de 2016, a Justiça dos EUA declarou a canção de domínio público e determinou ainda que a Warner/Chappell devolvesse US$ 14 milhões às pessoas e empresas que adquiriram a licença.
     A decisão da Justiça americana não afeta a cobrança de royalties no Brasil. Atualmente, os rendimentos da versão brasileira de Happy Birthday to You são divididos assim: 41,67% para a Fundação Hill; 41,67% para a Warner Chappel; e 16,6% para a família de Bertha Celeste Homem de Mello (1902-1999), de Pindamonhangaba, São Paulo, que, em 1942, teve a versão escolhida por um concurso promovido pela Rádio Tupi.  O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) é o responsável por arrecadar e distribuir os royalties, mas o monitoramento é difícil e restrito às rádios e TV. A canção lidera o ranking de arrecadação do Ecad, mas a quantia não é revelada.
     Assim como a tradicional canção de aniversário, detentora do primeiro lugar em royalties, outras músicas em idioma inglês – especialmente as composições natalinas ou aquelas que integram a trilha de grandes sucessos do cinema – atingiram marcas incríveis de rentabilidade ao longo dos anos. Um levantamento com a relação das 10 mais, realizado em 2012 pela rede inglesa BBC e atualizado em 2014, chegou aos seguintes números: Happy Birthday arrecadou 50 milhões de dólares, White Christmas (Irving Berlin), 36; You’ve Lost That Lovin’ Feelin (Barry Mann e Cynthia Weil), 32; Yesterday (Paul McCartney e John Lennon), 30; Unchained Melody (Alex North e Hy Zaret), 27.5; Stand By Me (Ben E King, Jerry Leiber e Mike Stoller), 27; Santa Claus is Coming to Town (John Frederick Coots e Haven Gillespie), 25; Every Breath You Take (Sting), 20.5; Oh Pretty Woman (Roy Orbison e Bill Dees), 19.75; The Christmas Song (Mel Tromé e Bob Wells), 19.
     Além de todos os benefícios proporcionados pela arte de número 1, ainda dá para ser um milionário compondo canções! Já pensou em estudar música e se comunicar por este idioma universal?


Fontes:
Portal Brasil Escola: http://educador.brasilescola.uol.com.br
Rede Psi: www.redepsi.com.br
Tua Saúde: www.tuasaude.com
InfoEscola: www.infoescola.com
Guia da Semana: www.guiadasemana.com.br

Escola de Música de Itaipava:
Estrada União e Indústria, 11.755 - Shopping Village Hill / sobreloja – sala 03
Rodrigo d’Ávila: (24) 99911.1666
Rodney Morelli: (24) 98804.4497


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